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DEMBO SISSÉ REAFIRMA EXISTÊNCIA DE UMA ÚNICA DIREÇÃO DA LIGA DE CLUBES

Dirigente promete lutar pelo seu mandato até o fim e acusa Caíto Teixeira de tentar desestabilizar a sua instituição

O presidente da Liga Guineense dos Clubes de Futebol, Dembo Sissé, voltou a reafirmar que existe apenas uma direção legítima da instituição, a qual lidera, e garantiu que vai cumprir seu mandato até o fim. O dirigente acusou Caíto Teixeira de tentar desestabilizar a Liga com o apoio de alguns clubes.

As declarações foram feitas durante uma conferência de imprensa convocada esta terça-feira (16-12), para abordar a atual situação do futebol nacional, marcada pelo conflito entre Dembo Sissé e Caíto Teixeira em torno da liderança da Liga de Clubes.

Na ocasião, Sissé afirmou que, até à data da conferência, é juridicamente o único presidente da Liga Guineense dos Clubes de Futebol, sublinhando que não existe qualquer outra direção legalmente constituída.

“Quero reafirmar que, até hoje, existe apenas uma direção da Liga, da qual sou presidente. Caíto Teixeira está a usar alguns clubes para me afastar da Liga de Clubes, porque quer a todo custo controlar a nossa instituição”, afirmou.

O dirigente assegurou ainda que a Liga de Clubes é um órgão juridicamente independente, com autonomia administrativa, alertando a ala oponente de que não conseguirá usurpar as suas competências, alegadamente a mando do presidente da Federação de Futebol.

Relativamente aos bens da instituição, a que a devolução tem sido reivindicada pela outra ala, Dembo Sissé esclareceu que estes pertencem exclusivamente à Liga de Clubes e que, enquanto presidente legítimo, os materiais estarão apenas à disposição de sua direção.

Sissé acusou ainda na ocasião, o Caíto Teixeira de estar com medo da dinâmica implementada pela atual direção da Liga, alegando que este estaria a incentivar alguns clubes para o seu afastamento.

“Caíto tem medo da nossa visão e das dinâmicas que estamos a desencadear para o desenvolvimento do futebol e para a valorização dos clubes nacionais. Tentou também controlar os fundos doados pelo Governo aos clubes da primeira e segunda divisão, porém não teve sucessos”, acrescentou.

O presidente da Liga Guineense dos Clubes de Futebol afirmou sentir-se uma ameaça a que considera ser uma “má” gestão da Federação de Futebol, avisando que continuará a lutar para cumprir o seu mandato, que considera legítimo.

Vale lembrar que, no passado dia 29 de novembro, a ala oposta realizou uma Assembleia-Geral Extraordinária, elegendo Rui da Silva para um mandato de quatro anos à frente da Liga de Clubes.

Braima Sadjó

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