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AJUDA SPORT E CDR GABÚ ASSINAM PROTOCOLO DE ACORDO

Clube Desportivo e Recreativo de Gabú que milita na primeira Liga e o Ajuda Sport Clube, da segunda divisão do futebol nacional, rubricaram um protocolo de cooperação em domínios desportivos e administrativos.

Ato teve lugar este domingo (07-07), em Bissau, na sede do Ajuda Sport Clube, contando com a presença dos dirigentes das duas formações.

Aos jornalistas momentos após as formalidades de assinatura, Cabi Sanhá, vice-presidente de Ajuda Sport Clube, mostrou-se satisfeito pela iniciativa, tendo afirmado que a parceria em causa demonstra o interesse dos dois clubes na melhoria das suas qualidades e performance dentro de quatro linhas, assim como nos seus trabalhos administrativos.

Obter um bom resultado no campo pressupõe uma boa organização antecipada, é nesse sentido que Cabi Sanhá sublinhou a necessidade dos clubes juntarem as mãos, trocando as experiências e melhorar os aspectos administrativos.

Ocasião serviu também para Mamadu Serifo Djaló, vice-presidente do Desportivo de Gabú realçar o trabalho da direção do clube do bairro D’Ajuda, assegurando que o resultado desejado só pode ser alcançado mediante a uma boa organização.

“Essa escolha não foi por acaso, porque Ajuda Sport é um clube que tem uma visão ampla no nosso futebol e, está bem evoluído administrativamente. Somos um projeto muito novo e queremos inspirar nele, sobretudo, no capítulo da organização. É uma parceria vasta e que será sempre revida no final de cada temporada, servindo o nosso futebol da melhor forma”, explicou Mamadu Serifo Djaló.

Sherif de Gabu Sara, como é vulgarmente chamado, disse por outro lado, que o futebol nacional só pode desenvolver mediante um consenso e um debate sério, sublinhando que o futebol não é apenas jogar.

Refira-se que a referida cerimônia foi também testemunhada pelo antigo futebolista e igualmente internacional pela Guiné-Bissau, Joaquim Miranda (Quinzinho), que aproveitou a ocasião para realçar a iniciativa dos dois clubes nacionais, apelando a implementação efetiva do acordo assinado.

Importa lembrar que protocolo de cooperação rubricado entre as partes, tem a duração de três anos, podendo ser renovado em caso os objetivos forem atingidos.

Braima Sadjó

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