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ÓRGÃOS SOCIAIS DO SINDICATO DOS JOGADORES TOMAM POSSE PARA UM MANDATO DE 4 ANOS

Uma organização sindical, que surge em defesa dos interesses dos jogadores de futebol da Guiné-Bissau

A direção nacional e os restantes órgãos sociais do Sindicato Nacional dos Jogadores de Futebol da Guiné-Bissau, entraram oficialmente esta sexta-feira (20-02), em funções, para um mandato de quatro anos.

A cerimónia de investidura foi testemunhada pelos responsáveis do setor desportivo nacional, antigos jogadores e dirigentes do futebol, contando ainda com a presença do embaixador do futebol nacional.

No seu discurso após as formalidades de posse, Alfa Umaro Djaló, presidente da referida organização sindical, alertou que o futebol nacional está em eminência de desaparecer, afirmando que a Guiné-Bissau é o único país onde, segundo ele, os jogadores não têm futuro.

Hoje é um dia de grande significado para o futebol guineense. Assumimos, com humildade e profundo sentido de responsabilidade, a missão de presidir o Sindicato Nacional dos Jogadores, conscientes dos desafios que temos pela frente. Isto não é apenas um ato formal, mas representa o compromisso assumido de colocar os jogadores no centro das decisões e defender a sua dignidade, os seus direitos e o seu futuro“, começou por explicar.

Djaló, lamentou o estado atual do futebol guineense, chamando a atenção do seu desaparecimento precoce.

“A Guiné-Bissau é o único país em que os jogadores não têm futuro. Hoje em dia, o futebol nacional está em perigo de desaparecer. Se desaparecer, não teremos seleção, caso não recorramos à nacionalização de jogadores estrangeiros“, afirmou.

O responsável prometeu trabalhar para garantir melhores condições sociais que possam significar os associados.

Quero afirmar com clareza que o Sindicato Nacional dos Jogadores de Futebol da Guiné-Bissau será uma instituição de proximidade, de diálogo e de ação. Vamos trabalhar com determinação para garantir melhores condições sociais e profissionais aos jogadores, reforçando a proteção jurídica, promovendo formações e capacitação para a vida dos atletas dentro e fora do relvado“, concluiu.

Com o mandato de quatro anos, órgãos sociais do Sindicato Nacional dos Jogadores de Futebol da Guiné-Bissau, entram oficialmente em funções e prometem trabalhar em defesa dos jogadores.

Oceano Siga

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